O gentleman, uma espécie rara em vias de extinção

A culpa será do feminismo ou já não se fazem homens como antigamente

Hoje estava em reunião de equipa, éramos uns 30 sentados. Metade mulheres, metade homens. No meio da reunião, a nossa assistente precisou de cadeiras da outra sala de reunião e veio pedir duas das nossas cadeiras (todas ocupadas). Levantaram-se tantos homens como mulheres quando de repente o nosso director comercial disse

“Não vão fazer as mulheres se levantarem, por favor! Acho que devem ser os homens a deixarem as cadeiras” 

E assim foi. 

O nosso director comercial é claramente um gentleman. Tens os seus 50 anos e tem educação que todas nós procuramos hoje. 

O mais engraçado é que tenho estas conversas sobre gentlemans quase todos os dias com amigas. Pois todas as minhas amigas solteiras, e eu própria, temos um grande dilema com as nossas novas relações com a espécie do cromossoma XY.

Ainda ontem a minha melhor amiga teve um date e ficou super orgulhosa porque foi das poucas vezes que ela não pagou a conta! 

Então é assim… não é porque somos mulheres feministas e independentes que não gostamos de gentleman. 

Ser gentleman não é colocar a mulher como sendo menos do que o homem. 

Ser gentlemen é ter educação e tratar da mulher com o respeito que ela merece. 

Homens, não se esquecem que sem nós… nenhum de vocês poderia cá estar e que PRECISAMOS ser tratadas como princesas. 

Às vezes o feminismo vai muito longe a dizer que somos superiores. Não há sexo superior ou inferior. Somos todos IGUAIS. 

Mas por favor, não se esquecem de serem cavalheiros. Abrir a porta, deixar a cadeira, pagar a conta do restaurante no primeiro encontro, é um mínimo dos mínimos que vocês deveriam fazer. 

Agora já sabem! Homem cavalheiro nos seus 30 procura-se!